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Férias 2016 – O grupo

Publicado: 7 de novembro de 2016 em Viagens
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Em primeiro lugar, obrigada a todos pelo carinho e por contribuírem para que minhas férias fossem maravilhosas, mais uma vez.

Como disse antes de ir, estou voltando para o Japão com parte do grupo que foi da primeira vez. Alguns não puderam ou não quiseram ir e outros se agregaram a nós.

Mais uma vez Huang e Tsai foram os organizadores e a viagem superou minhas expectativas nessa nova jornada do outro lado do mundo.

Éramos 15. Além de Huang e Tsai (Tony, para nós), Nathalia, Kingiro, Sílvia, Darcy, Dorly, Kátia, Solange, Braga, Vani, Márcia, Walter, nosso guia – ChihYao Hsieh e eu.

O que dizer sobre meus companheiros de viagem?

ChihYao Hsieh (nome impronunciável) foi nosso guia no Japão. Ele nos acompanhou o tempo todo. Natural de Taiwan, falava com Huang e Tony e eles traduziam para nós o que ele dizia. Quando precisávamos, nos comunicávamos em inglês. Ele também gosta de cantar, aprecia nossa música e nos mostrou uma delas que apresentou no coral de que faz parte. Apesar da barreira da língua, deu para interagir bastante conosco.

 Nathalia e Kingiro

Maravilhosos! Sabe aqueles casais que parecem uma só pessoa quando estão juntos e, quando separados, têm características que nos encantam?

Kingiro é um amor de pessoa. Sempre prestativo, solícito e discreto. Nunca reclama de nada. Já viajamos juntos várias vezes e a primeira vez que ouvi uma reclamação da parte dele foi agora, por causa da “manicure das meninas”. Com razão, diga-se de passagem. Tem alergia por acetona.

Nathalia, com seu jeitinho doce, tem um senso de humor interessante. Nos faz rir sempre. Além disso, sempre nos socorre com uma bolachinha na hora da fome ou uma palavra amiga quando precisamos.

Dessa vez, me socorreu, também, com um xarope maravilhoso que fez passar uma tosse horrível que insistia em tomar conta de mim. Saí daqui tossindo muito e ela, generosamente, me deu o vidro inteiro logo no início da viagem. Em dois dias, eu estava ótima. Em tempo, Nathália é médica!

Ah! Recadinho para você, Nathália: Agora, só de vez em quando choro quando escuto “Meu primeiro amor”. Até isso você me ajudou a superar! KKK

 Solange e Braga

Casal 20. Estão sempre juntos. Quase nem conseguimos registrar fotos separadas deles.

São muito companheiros um do outro e da gente também.

Solange é mais tímida ou quieta. Cuida do Braga como ninguém. Também é visível o carinho dele para com ela.

Braga é mais conversador e participa sempre dos nossos momentos de relax. Canta, escolhe músicas, interage com o grupo, participa de tudo e está sempre de bom humor.

Muito bom viajar com vocês, Solange e Braga!

 Darcy e Dorly

Dois irmãos.

Conhecia Darcy de outras viagens. Dorly, conheci nessa.

Gosto do Darcy e agora passei a gostar do Dorly, também. São ótimos.

Eu e o Darcy já dividimos excelentes momentos. Só que dividir, mesmo, a gente divide comida. Ele come de tudo! E não engorda!!! Como eu não gosto de muita coisa, sempre passo para ele parte do meu almoço ou jantar.

Conversar com ele rende bom aprendizado porque viaja muito, conhece especiarias como ninguém e não economiza informações. Excelente companheiro!

Dorly é um doce de pessoa.

Casado com a Nara, mas viajou sozinho, dividindo quarto com o Darcy.

Também excelente companheiro de viagem!

Pela primeira vez no grupo, parecia ter estado sempre na turma. Integração total!

Como gosta de tudo sempre muito bem feito, nem me preocupei com fotos e registros das informações. Ele, Darcy, Kátia e Tony fizeram isso com a maior competência.

Adorei ter a companhia de vocês, Darcy e Dorly!

 Walter

Excelente companheiro de viagem e um grande amigo. No grupo pela primeira vez, demorou um pouquinho para perder a timidez.

Compartilhamos muitos momentos e, sempre que precisei, tive seu total apoio.

Acho que gostou de estar conosco e a recíproca é verdadeira.

Se resolver se juntar ao grupo novamente, tenho certeza de que vai aproveitar cada vez mais, já que ele também gosta muito de viajar.

Espero que tenhamos outras oportunidades de viajar juntos, Walter.

Vani

Vani é uma pessoa maravilhosa. Calma, tranquila e companheira.

Gosta muito de registrar por onde passamos e repassa tudo para a família. Acho que eles viajam conosco.

Já viajamos juntas uma outra vez e ela é sempre assim, muito dócil.

Vivemos prometendo nos encontrar depois da viagem e nunca dá certo.

Não é por falta de vontade, Vani. É falta de tempo mesmo! Precisamos nos esforçar. Afinal, moramos na mesma cidade.

 Kátia

Kátia e eu temos uma grande afinidade. Além do gosto pela mesma loja de roupas, damos boas risadas quando estamos juntas.

Excelente pessoa, divertida e companheira. Sua alegria é contagiante e ajuda a animar o grupo.

Kátia também prima por registrar nossa viagem com muita competência.

É sempre um prazer viajar com você, Kátia.

Márcia

Márcia e eu estreitamos laços de amizade nessa viagem, a segunda que fizemos juntas.

Dessa vez, tivemos tempo e oportunidade para isso porque ela viajou sozinha. Além de divertida, um doce de pessoa.

As fotos falam por si. Não preciso gastar o verbo tecendo elogios a ela, que merece todos.

PS – Pensei muito na sua sugestão, Márcia. Aquele tipo de turismo que você sugeriu em Dubai até que não soa de todo ruim. Lembra??? KKKK. Qualquer dia te visito aí em Goiânia para combinarmos.

  Sílvia

Sílvia é hors concours.

Minha eterna companheira de quarto e parceira de viagem mesmo quando não dividimos o mesmo espaço.

Antes de ir, trocamos figurinhas a respeito do que levar. Quando eu escrevia alguma coisa durante a viagem, nada podia ser publicado sem a sua “censura prévia”.

Agora, ainda peço seus palpites, quando necessito.

Ela nos encanta sempre com a sua música. Tem coisa melhor do que viajar e se divertir com o que vê e com o que faz? Sílvia contribui muito para isso.

Entre uma atração e outra, ela puxa o coro e, juntos, cantamos, também. Até os homens, normalmente mais tímidos, participam.

Muito bom ter a sua companhia, Sílvia.

Huang e Tony

Nossos organizadores, amigos e companheiros.

Tony é um amor de pessoa, serve de tradutor e nos passa as informações de que precisamos. Ele é muito competente no que faz.

Huang organiza tudo antes para que, durante a viagem, só tenhamos que usar o tempo para aproveitar. Não gastamos um minuto para decidir algo. Tudo está planejado.

Só que Huang não é apenas organizadora. Ela é amiga, companheira etc, etc, etc.

Como dizer tudo que ela é?

Adoro Huang. O carinho dela me faz bem. Não posso dizer pelos outros porque isso é pessoal, mas acredito que todos se sentem assim em relação a ela.

Huang passa uma segurança incrível para nós porque está sempre atenta ao que precisamos.

Precisa de remédio? Ela tem.

Está com fome? Sempre tem alguma coisa a oferecer.

Está carente? Ela tem uma palavra amiga.

Não precisa de nada? Você sente que ela está presente para ajudar, se precisar.

Ela cuida da gente e é muito bom sentir isso.

E não é só durante a viagem. Antes e depois esse carinho existe e é sincero.

Até parece que tem bola de cristal. Um dia eu estava triste, muito triste, me sentindo muito sozinha e fui acordada por ela, às 9h da manhã de um domingo, perguntando se eu queria passar o dia na praia. Ela me fez acordar para a realidade. Eu não estava só. Tenho amigos!

Obrigada, Huang! Você é uma pessoa especial.

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Férias 2016 – Cenas do cotidiano

Publicado: 7 de novembro de 2016 em Viagens
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Cenas do cotidiano

Antes de falar um pouquinho sobre os locais por onde passamos, acho interessante mostrar alguns aspectos que observamos e que nos chamaram a atenção porque os japoneses imprimem a sua marca numa situação que é absolutamente rotineira em qualquer lugar.

Em Tokyo, tanto no burburinho de Shinjuku, quanto na calmaria que reina em algumas ruas, não deixamos de observar a obediência às regras de trânsito para carros e ciclistas. Semáforo foi feito para ser respeitado e os pedestres sabem disso. Quando algum desavisado tenta invadir a pista do ciclista, sempre há um guarda de plantão para lembrá-lo da infração.

Lá, idade não é problema. Vimos muitos idosos trabalhando. Se por opção ou necessidade, não sei. Parece que eles não são marginalizados por causa da idade

Como em todos os lugares, o celular domina a cena. Impressionante!

Durante um jantar, vivi um momento hilário com uma japonesa. Queríamos adoçante e ninguém tinha conseguido se fazer entender. Fui arriscar uma última tentativa. Depois de mímicas e muita conversa desencontrada, ela entendeu e comemorou tão efusivamente que eu entrei na brincadeira, o que resultou nas fotos abaixo. Elas não representam nada perto do que foi….Que sensação gostosa interagir dessa forma! Momentos como esses já valem a viagem.

 

Em Kyoto, vivemos algumas experiências interessantes como fazer um curso de doces e alugar a veste tradicional deles para termos nosso dia de Gueixa (as mulheres) e de Samurai (os homens). Ainda que não tenhamos nos caracterizado totalmente, não tínhamos tempo para isso, valeu passar o dia com o traje típico. Isso nos aproximou muito dos japoneses. Acho que eles se sentiram homenageados pelo grupo de ocidentais que desfilavam pela cidade rindo, tentando andar com aqueles chinelinhos nada confortáveis. Enfim, fizemos o possível para não decepcioná-los e nos divertimos bastante.

Não fizemos feio no curso de doces. Impossível chegar perto da performance deles, mas tentamos. Podemos dizer que lembraram o modelo. Valeu a experiência!

Férias 2016 – Japão – Gastronomia

Publicado: 7 de novembro de 2016 em Viagens
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Gastronomia

A gastronomia japonesa é riquíssima e cara. Um melão pode ser um presente. Uma manga também. É comum vermos frutas apresentadas em caixas para presente para serem ofertadas a clientes ou amigos. Em lojas gourmet, um cacho de uva pode passar de 200 dólares. Uma pechincha!!!!

Tudo lá é muito bem apresentado. Bolachas, balas e muitas outras coisas são embaladas individualmente. As caixas são decoradas e acomodam o conteúdo de forma a preservá-lo.

Nos restaurantes, a variedade impressiona. Para quem gosta da culinária japonesa, é um deleite participar de uma refeição típica.

Confesso que não é o meu forte, mas não deixo de admirar tamanha competência na arte culinária. Sim…. muitas vezes, uma verdadeira obra de arte.

Hokkaido é um caso à parte. Parte da sua gastronomia atrai até mesmo aqueles que, como eu, não são fãs da comida japonesa. Em Hokkaido, algumas convicções mudam de figura. Em cada parada que fizemos, uma nova descoberta. Não dá para descrever o sabor do milho, do melão, do aspargo, do sorvete, do chocolate, do cookie e de todas as guloseimas feitas de algas. Algas! Detestava antes de experimentar os salgadinhos feitos com elas.

Nos restaurantes por onde passamos, o pessoal também se deliciou com tudo que foi servido. Confesso que não consigo gostar quando a comida é muito típica. Elas rendem fotos belíssimas, mas o sabor… para mim…. não dá.

Comi bem em muitos lugares, não posso me queixar, principalmente em Hokkaido, cuja gastronomia prima por produtos frescos, bem ao sabor ocidental.

De todos os restaurantes por onde passamos, vale registrar, com detalhes, aquele que mais deixou saudade. Foi um almoço que fizemos num pequeno hotel perto de Biei, com apenas 5 quartos, o Bi-Blé Hotel. Para visitantes, o restaurante serve apenas almoço ou jantar. O café da manhã é restrito aos hóspedes.

O restaurante tem o mesmo nome do hotel – Bi-Blé Restaurant. Nós tivemos o prazer de almoçar lá. Nunca tomei uma sopa creme de milho tão gostosa. Não fica atrás o pão de batata, servido embrulhado num guardanapo. O hotel possui uma padaria, cujos pães agradam a todos os nossos sentidos e o restaurante serve produtos frescos, de acordo com a estação, colhidos nos seus campos. Tivemos a sorte de passar por lá no auge da produção de aspargo e de milho. Indescritível o sabor de ambos. Foram servidos muitos pratos, em pequenas porções, de modo que pudemos degustar verdadeiras delícias produzidas no local. Um banquete que recomento a quem tiver a oportunidade de passar por lá.

Quer saber mais?

http://www.japan-guide.com/chottozeitaku/160609.html

http://bi-ble.jp/

02 a 04/06/2016 – Retrospectiva

A seguir, um passeio pelos lugares por onde passamos, por ordem cronológica. Como tudo é muito perto e a ideia é aproveitar cada minuto, foram muitos os locais visitados em tão pouco tempo. Afinal, ir para o outro lado do mundo não é uma coisa que se faz todos os dias.

Em cada lugar, tivemos a oportunidade de ver o que tinha a oferecer, saborear o que tinha para ser degustado (xô dieta!!!), registrar nossa passagem (sempre!!!!) e, talvez o mais importante, guardar no fundo do coração a experiência vivida. Tenho certeza de que mais tarde… lá na frente, quem sabe, esses momentos servirão de alento porque saberemos que passamos pela vida e…. vivemos. E é isso que vale!

Fomos para o aeroporto de Guarulhos por volta das 21h do dia 02 de junho para embarcarmos na primeira hora do dia 3. Depois de quase trinta horas, algumas turbulências, muita comida e bebida, além das frutas, chocolates, sucos etc que ficaram à nossa disposição durante a viagem, uma parada em Dubai, porque fomos pela Emirates, chegamos ao Japão. Terra firme! Que alívio! Enfim estávamos no aeroporto de Narita, Tokyo.

Após os trâmites legais, encontramos nosso guia, trocamos dólares pela moeda local e fomos para o hotel.

Ficamos hospedados em Shinjuku para conhecermos um dos lugares mais movimentados da cidade. Logo que chegamos, sentimos aquela sensação gostosa de estarmos no meio do real burburinho da cidade. Incrível ver tanta gente junta esperando a abertura do semáforo. Só vendo para comprovar o que as fotos mostram e as reportagens informam.

Nosso hotel estava muito próximo do movimento, das estações de trem e de metrô, dos restaurantes e do comércio. Se por um lado vivemos a experiência de estarmos no coração da agitação, por outro tivemos que nos contentar com quartos pequenos, como ocorre em quase todas as cidades grandes, onde o metro quadrado é disputadíssimo.

Assim que chegamos, deixamos nossa bagagem no hotel e saímos. Para que perder tempo? Além disso, estávamos com fome. O cansaço de quase trinta horas de viagem não nos venceu e fomos para a rua procurar um lugar para comer. Dificílima tarefa! Como escolher entre tantas opções? Fizemos isso de forma aleatória e deu certo. Bingo! Depois do jantar, passeamos um pouco até que fomos vencidos pelo cansaço. Afinal, ninguém é de ferro!

Ficamos pouco em Shinjuku, mas valeu porque vimos um lado muito interessante de Tokyo.     

https://www.airbnb.com.br/locations/tokyo/shinjuku

 

05/06/2016 – domingo

Iniciamos nosso passeio do dia pelo Palácio Imperial.

Nada mais apropriado, uma vez que a família imperial é a representação máxima do poder da nação japonesa. Não é possível fazer visita interior, mas dá para ver o palácio e o seu entorno.

http://www.japan-guide.com/e/e3017.html

 

Em seguida, fomos almoçar e foi aí que tivemos contato com a cultura japonesa das ruas.

Regras de trânsito e de estacionamento de carros e de bicicletas, muito comuns por lá, mercadinho de bairro, comida típica, enfim, um pouquinho da vida como ela é no Japão, aos olhos de um turista.

Foi o nosso primeiro gostinho desse outro lado do mundo.

05/06/2016 – domingo

Não podíamos deixar de ir a Ginza, um lugar que merece destaque e a visita.

É o bairro mais famoso de Tokyo por seu comércio de luxo e entretenimento. Sua rua principal, Chuo Dori , é fechada para os carros uma parte do dia, nos fins de semana. Uma tranquilidade para passear e curtir um pouco de calmaria numa cidade tão frenética em alguns pontos. Pelo menos, foi assim que a vimos no período em que lá estivemos, um domingo à tarde.

Cada um explorou a rua como quis, já que possui shoppings e um comércio de encher os olhos.

Depois disso, tivemos a certeza de que um domingo pode, sim, ser movimentado e intenso. E muito bom, também!

http://www.japan-guide.com/e/e3005.html

06/06/2016 – segunda-feira

Para ter uma visão geral da cidade, nada como subir em algum lugar. Da Torre do Observatório de Goryokaku pudemos ver o forte Goryokaku, que foi construído em 1866, em estilo europeu, que possui a forma de uma estrela de cinco pontas. O escritório do magistrado de Hakodate fica no seu interior. O parque de Goryokaku, onde ele fica, é famoso pelo período da florada das cerejeiras.

http://www.hakodate.travel/en/things-to-do/top7/goryokaku

 

 

Na sequência, fomos para um dos principais pontos turísticos de Hakodate, o Monte Hakodate. De lá, é possível ver a topografia única da cidade. É uma paisagem linda durante o dia, deslumbrante durante o pôr-do-sol e magnífica à noite. Impossível escolher uma delas. Dá vontade de ficar por lá, curtindo cada momento, como se fosse único. Na verdade, foi único porque, mesmo que eu volte, já será de outra forma.

Terminamos o dia vislumbrando aquela paisagem maravilhosa. Dali, fomos direto para o hotel para o hotel, sem maiores registros.