Arquivo de julho, 2010

Despedida

Publicado: 25 de julho de 2010 em Sem categoria
 

Quando optei por voltar para a China, muitas pessoas estranharam a minha decisão, ainda mais porque eu viajei sozinha, com um grupo que eu não conhecia. Foi um tiro no escuro, como dizem alguns. Hoje, reafirmo o que já disse antes – foi uma escolha acertada. Foram 22 dias de convivência com um grupo maravilhoso, pessoas que em nenhum momento deixaram de me dar atenção. Na verdade, só fiquei sozinha na hora de dormir, uma mordomia que compensa, principalmente numa viagem como essa! Nos demais momentos, estivemos juntos dividindo informações, trocando experiências e somando alegrias.

A Huang esteve atenta a todas as nossas necessidades e sempre nos acompanhou. Como ela fala chinês, também esteve presente nos momentos em que precisávamos de tradução, principalmente naquelas cidades pequenas que não costumam receber turistas de outras nacionalidades.

Quem é Huang? – De início, era só a organizadora da excursão, um programa montado pelo Centro Taoísta de São Paulo. Junto com Tony, seu esposo, todos os anos programam roteiros diferentes para a China. Sempre acompanhei pela Internet e quase viajei com eles em 2008. Este ano, como estava sozinha, resolvi me juntar ao grupo. De início, com um pouco de receio, afinal a China não fica logo ali. Só que algo me dizia que eu estava certa e resolvi pagar para ver. Hoje, a Huang é também uma amiga, uma pessoa muito especial.

Logo que cheguei em Beijing, tinha a certeza de que seria minha última vez na China e vi a cidade com olhos de despedida, uma certeza que não tenho mais. Não sei se volto para a China mas, se tiver oportunidade, com certeza farei outros programas com eles, que costumam diversificar o roteiro todos os anos.

Valeu Huang. Obrigada pela oportunidade de ver a China com outros olhos.

Gostaria, também, de agradecer o carinho do grupo

Edely – a primeira pessoa que conheci possui um jeitinho aparentemente meio desligado, mas é muito atenta e carinhosa, uma excelente pessoa.

Marília, sua filha, é uma graça. Além de bonita, também muito centrada e carinhosa.

Não tenho palavras para descrever Sílvia. Sempre cantando, nos animava e supria nossa carência com aquele chocolatinho que partilhava conosco.

Regina, um amor de pessoa. Além de amiga, se mostrou entendida na leitura das nossas mãos e nos distraiu bastante.

Flávio e Mariane, um casal que dividiu com todos os bons momentos. Mariane sempre estava conosco e Flávio nos ajudava muito, principalmente porque foi eleito o fotógrafo do grupo. Duas pessoas muito queridas, também.

Darcy foi companheirão em todos os momentos. Já viajou muito e partilhou experiências conosco. Grande entendido em culinária, deu dicas e nos aproximou muito da cultura chinesa com isso.

João, com seu jeito calmo, também foi companheiro e amigo. Obrigada peja ajuda, João!

Por fim, Claudia, uma carioca que dividiu com a gente os momentos gratificantes dessa viagem.

As fotos estão aí para provar que foram 22 dias que deixarão saudade e a volta para casa é muito melhor depois de ter vivido dias tão gostosos na companhia dessas pessoas que se tornaram tão queridas.

Pois é, pessoal, na China é preciso saber muito pouco de chinês para ser bem recebido. Com “Ni hao” e “Xie xie” os caminhos estão abertos.

Em português, acredito que poucas palavras também podem expressar o muito que se quer dizer num momento como esse –

Obrigada a todos. Até a próxima!

“Imnida”!

 

De Hong Kong a São Paulo

Publicado: 25 de julho de 2010 em Viagens

Diário de bordo

Escrito durante a viagem e finalizado em terra. Sorry! Não consegui publicar antes.

Hoje, 21 de julho, iniciamos a nossa viagem de volta para o Brasil.

Saímos do hotel Harbor Plaza Metrópolis em Hong Kong às 10h30. Deu tempo para tomarmos o café com calma e nos prepararmos para o retorno.

Como chegamos bem cedo no aeroporto, tivemos tempo para explorarmos o freeshop, que não é nada convidativo para as compras. Os preços são mais altos do que em HK, há várias lojas, mas não são muito diversificadas.

Embarcamos no horário previsto – 13h45, para decolar às 14h30 – horário local – mas o avião ficou parado e só decolou às 15h30. Por causa disso, chegamos em cima da hora no aeroporto de Seoul, Incheon, lugar da conexão para São Paulo, via Los Angeles.

Fizemos um voo tranquilo de Hong Kong para Seoul. Foram 4 horas de duração e nos serviram almoço porque ainda não tínhamos comido nada. Quase sempre há duas opções de refeição. Hoje podíamos escolher peixe ou comida coreana – uma tigela com alguns ingredientes e arroz para colocar junto. Não sou fã número 1 de peixe, mas ele estava razoável. Melhor foi a sobremesa – sorvete de morango Haagen-Dazs.

Como há uma diferença de 1 hora de fuso entre Seoul e Hong Kong, por causa do atraso aterrizamos quase na hora de embarcarmos para Los Angeles. Só tivemos meia hora para fazermos o transfer. O avião decolou às 21h. Parece incrível, mas a gente já começa a perder a referência do tempo. De acordo com o mapa de voo, são 22h15 em Seoul e 06h15 em Los Angeles. Faltam 10h11 para chegarmos. Nesse momento, estamos nos preparando para jantar. Já serviram suco de laranja, amendoim e vão começar a servir a refeição. Depois continuo a descrever como é essa volta. Até agora, não deu para sentir cansaço.

Acabamos de jantar. As opções foram comida coreana de novo e beef – um picadinho de carne com cogumelos, cenoura e vagem sobre macarrão parafuso. São 23h21 e faltam 9h02 para chegarmos. Agora o programa é tentar dormir depois de ver um filme. Há várias opções.

Não sei se alguém assistiu a algum filme. Eu dormi.

Acordei duas horas antes de desembarcarmos porque já havia um movimento de café da manhã.

Agora são 6h39 (Hong Kong) – 7h39 (Seoul) e 16h39 (Los Angeles.). Pulamos o almoço porque no próximo voo teremos jantar, também, por causa do horário..

Tivemos duas opções de café – coreano que não deu para ver a mistura que era e omelete. Pedi omelete. Como acompanhamento tinha um croassant, geléia, frutas, iogurt e água. O café foi servido à parte.

Agora faltam 50 minutos para chegarmos. São 16h44 em Los Angeles. Como o voo está lotado, não dá para ficar circulando nem conversando com o restante da turma. Todos estão arrumando um jeito de passar o tempo.

Desembarcamos em Los Angeles com tempo suficiente apenas para passarmos pela imigração, mexermos um pouco as pernas e embarcarmos novamente para a última etapa da viagem – São Paulo. O lugar do transfer para o Brasil é péssimo, não tem infraestrutura e só possui duas lojas de dutty free quase sem nenhuma opção.

Embarcamos às 19h50 (hora de Los Angeles). Logo nos serviram o jantar – frango ou beef. Eu fiz a escolha certa para o meu paladar – beef, outro macarrão com carne picadinha. Às 22h já estávamos com as luzes apagadas para dormirmos. No Brasil são duas horas da manhã e a previsão é desembarcarmos às 10h40. Faltam 8h40 para chegarmos. É tanta correria, tanta imigração, além dos comes e bebes que quase não sentimos essa loucura. Vamos tentar dormir mais um pouco para acertar o fuso.

Eu não consegui dormir. Fiquei de olhos fechados, tentando, e desisti. Acho que foi assim para a maioria.

Faltam 3h30 para chegarmos. Desta vez, diferente do voo de ida, não passaram oferecendo suco ou água. Claro que podemos pedir. Até agora foram poucos momentos de turbulência e, quando isso acontece, logo nos pedem para colocar o cinto de segurança. Nada muito traumático.

Aproveitei a calmaria da “noite”e fui até o fundo da aeronave para perguntar para uma das aeromoças o que significava uma palavra recorrente em todas as falas no idioma coreano e que chamou a minha atenção e a do Darcy, um colega do grupo. Estávamos curiosos porque a todo momento ouvíamos a palavra “imnidá” e não conseguíamos relacionar a nada. Não deve ser assim que se escreve, com certeza, mas é o que se ouve. A aeromoça falou que isso é dito sempre que se termina uma frase. Perguntei se seria algo como “Thank you”ou Ïsn`t it?”Ela disso que não, que não é obrigado nem pergunta, parece que é verbo. Até tentou dar uma aula de gramática, mas confesso que depois de quase 24 horas de viagem não fui capaz de aprender e deixei para ver mais tarde, numa pesquisa básica na internet. De qualquer forma, deu para entender que “imnidá” é algo que sempre é dito no final de uma frase. Fiquei satisfeita e agora estou no meu lugar, tentando me distrair com algum vídeo, já que não consigo dormir.

São 8h23 e começou a movimentação para servir o café da manhã. Continuo depois porque a bateria está acabando e chegaremos logo depois do café.

É tudo muito rápido. As luzes se acendem, as comissárias de bordo se movimentam e começam a servir o café. Para uns, café coreano, que não fiquei sem saber o que é porque ninguém do grupo pediu. A segunda opção foi a mesma do voo anterior – omelete (agora com tomate), frutas, um bolinho e suco de laranja. Que saudade de uma média com pão e manteiga na chapa!!!

Às 10h50 o avião pousou tranquilamente em Guarulhos. Depois dos procedimentos de praxe na imigração (40 minutos), fomos para a esteira pegar a bagagem. Com ela no carrinho, a saída pode ocorrer em poucos minutos ou demorar um pouco mais, já que passar pelo freeshop é opção de cada um. Eu consegui fazer a gracinha de perder o horário do ônibus que vai até a República e só cheguei em casa às 15h, quase 40 horas depois de ter saído de Hong Kong. Pode parecer muito, mas vale a pena, com certeza.

Last day in Hong Kong

Publicado: 20 de julho de 2010 em Viagens
Arrumar as malas! Que programão! Pois é, chegou a hora. Sem choro nem lágrimas estamos deixando para trás um período de muita alegria e divertimento. Tivemos alguns contratempos, como em todas as viagens, mas nada que nos impedisse de aproveitar cada momento. Ontem tivemos um dia cheio. O pessoal foi fazer o tour programado e eu saí para reconhecimento do terreno. À noite nos encontramos para trocarmos informações sobre o que vimos e compramos. Claro que quase ninguém foi muito comedido porque a volta é internacional e acabou aquela história de 20kg por pessoa. Que ironia! Agora não temos muito tempo. A sorte de todos é que Hong Kong é um shopping a céu aberto, o que facilita a procura por algo que se deseja. Uns querem ver eletrônicos, outros querem roupas e sapatos não ficam atrás, também. Aqui tem de tudo, só que os preços são mais altos do que na China. Paga-se mais para comer e usar os serviços. Por exemplo: a internet era free na China, para quem tinha computador. Aqui ela custa 120 dólares Hong Kong, quase 30 reais. Táxi continua barato. Ônibus e metrô também são baratos e o preço varia de acordo com o trajeto. A média é de 5 HKD por trecho.
Hoje o dia foi livre e deu para cada um se agrupar como quis para sair. À noite nos encontramos para o nosso jantar de despedida e pela primeira vez nos produzimos para sair. Jantamos no Jumbo, um restaurante flutuante especializado em frutos do mar. Uma delícia!
Como a minha câmera ficou na bolsa da Huang, hoje também não tem foto.

Hong Kong – Reta final

Publicado: 18 de julho de 2010 em Sem categoria
 

Estamos em Hong Kong, Harbour Plaza Metropolis Hotel. Chegamos ontem à noite. Foi uma pena deixar Guilin e Yangzuo, dois lugares ideais para ficar mais tempo, se possível. Aproveitamos muito até agora e já começamos a sentir um misto de saudade do Brasil e do que vamos deixar por aqui.

Depois do jantar, fomos passear no Lady`s Market, uma feirinha noturna que fica na parte norte de Kowloon. Para quem gosta, vale a pena, mas não é muito melhor do que as da China.

Está muito quente e não chove há vários dias, segundo o guia. Vamos torcer para que continue assim por mais dois dias.

Como estamos na reta final, cada minuto precisa ser aproveitado e, com certeza, o grupo vai se dispersar para aproveitar tudo que a cidade oferece. É muito fácil andar por aqui porque o sistema de transporte é barato. Acho que é só isso que é mais em conta. A internet custa 120 HK dólares por dia e dizem que a alimentação também não é nenhuma pechincha. Veremos!

Hoje não teremos fotos.

Guilin > Yangshuo

Publicado: 17 de julho de 2010 em Sem categoria

Deixamos o hotel logo cedo porque hoje a nossa programação começa com o tour pelo Rio Lijiang. Fomos até Yangshuo, um percurso de 83 km, que dura 4h, aproximadamente. Apesar de o rio ter 437 km de extensão, o trecho entre Guilin e Yangshuo é o mais famoso por causa da deslumbrante paisagem. Ele começa em Zhujiang Wharf, perto de Guilin. Os pontos altos estão entre Yandi até Xingping Town. Para quem não entende chinês, a dica é ir para fora toda vez que algo é anunciado no microfone.

Além do almoço, tivemos a opção de pagar por um extra. O camarão frito, que se mostrava apetitoso, virou um conto do vigário – minúsculo e sem gosto – muito caro pelo que é – 100y. Quem comeu, disse que a comida estava boa. Eu preferi almoçar melancia e banana – sem medo de errar!

Depois de muitas fotos, comida e soninho após o almoço, descemos em Yangshuo.

Paramos num café para nos situarmos e deixarmos a bagagem de mão antes de passearmos pela feirinha local – muito artesanato, bijou, lenços, enfim, a feira da Praça da República com coisas da China. Além da feirinha, há muitas lojinhas num espaço relativamente pequeno e fácil de circular.

Por volta das 16h30 fomos para o New West Street International Hotel para passarmos a noite antes de irmos para Hong Kong. Mudamos de hotel para assistirmos a um show muito bonito aqui em Yangshuo. Nem a chuva que caiu no final da tarde nos impediu de irmos, apesar de ter sido ao ar livre. Segundo o guia, aqui chove muito e eles estão preparados e nos oferecem capa de plástico, para nos protegermos.

Na feirinha, ninguém quis voltar.

Hoje é o primeiro dia que tive que pagar para acessar a internet. Nos demais hotéis, a internet era free para quem tinha computador. Preço da diária 30y. Detalhe: se tivesse o cabo para conectar, evitaria o pagamento.

Shanghai > Guilin

Publicado: 17 de julho de 2010 em Viagens

Depois do café da manhã, deixamos o Shanghai Days Hotel. Como disse, é correto, mas não vai deixar saudade.

Despedimos de Shanghai com um tempo nublado. Foram dois dias gostosos, mas corridos.

Shanghai é uma idade grande, a maior da China, mas é de fácil locomoção. Há muitas linhas de metrô, o que facilita a circulação. Comprar um bilhete que vale para o dia todo nos ajudou a ir e vir sem maior dificuldade. Ele custa 10y e andar de táxi também é barato e tranquilo.

É uma cidade que facilita a vida para os estrangeiros, ao contrário das cidades do interior, cuja comunicação é mais difícil, apesar de as pessoas serem muito amistosas. Eles só falam uma ou outra palavra em inglês, quando falam. Se tudo correr bem, dá para sobreviver sem maiores dificuldades. O problema deve ser se houver alguma emergência. Aí….

Aqui na China, o sistema de segurança está funcionando (pelo menos parece). Para entrar no metrô, todas as mochilas passam pelo RX. Nos aeroportos, checam tudo. Não liberam enquanto houver alguma dúvida. Melhor para nós que nos sentimos mais seguros. Aliás, aqui nada parece nos ameaçar. A gente sente muita tranquilidade para ir e vir.

Não tivemos maiores problemas no check in. Quase todo mundo deu um jeitinho de reduzir as malas e deixar o peso mais próximo do permitido. Só que essa manobra exigiu aumento da bagagem de mão e na hora de passarmos pelo RX a Edely teve que despachar a bagagem de mão porque estava com líquido não permitido e não quis se desfazer das bolsinhas térmicas. Além disso, estava com um contrabando legalizado de sombrinhas que os guardinhas devem ter ficado preocupados. Graças à Huang, nada foi perdido.

Não demorou muito para embarcarmos. Nos chamaram às 10h15. Depois que entramos no avião, começou a chover forte. Deve ser por isso que demoramos duas horas para decolar. Às 11h30 serviram o almoço ainda em terra e passava do meio dia e meia quando levantamos voo, que está previsto para durar 3h. Como comemos antes, tivemos bastante tempo para fazer outras coisas. Uns dormiram, outros leram ou conversaram. Teve até seção de manicure. A Sívia aproveitou para cuidar das unhas dela e da Huang.

Não fomos direto para o hotel porque passamos na Guta da Flauta – The Reed Flute Cave – que é um lugar muito bonito. Tão bonito que muitas cerimônias podem ser realizadas lá, a um preço exorbitante. Eles estavam preparando a festa da noite. Como toda gruta, há vários pontos de parada que nos fazem exercitar a criatividade porque é dito que representam objetos como uma flauta de madeira, uma plantação de couve-flor etc. O ponto alto foi o palácio de cristal. Por fim, há um que nos dá adeus e nos convida para voltar. Acredite se quiser mas, independente disso, é um lugar muito bonito e vale a pena visitar.

Depois fomos para o Guilin Bravo Hotel – deixamos nossas coisas no quarto e descemos para jantar – comidinha boa, tinha algo estranho que quem provou gostou, mas o apto… deixa a desejar e não houve jeito de fazer o cabo conectar. Como era tarde, fiquei sem acesso à internet.

Às 19h o pessoal se encontrou no saguão do hotel para fazer o passeio de barco no lago. É um tour muito bonito. Só não fui porque já fiz em 2008. Terminamos o dia na feirinha de rua, depois da massagem dos pés – 100y.

Mico do dia – Enquanto aguardávamos nossa bagagem, vimos peças íntimas circulando na esteira e todo mundo zoando com o fato. Adivinha de quem era? Sabe aquela mala que foi despachada às pressas? Pois bem, a Edely reconheceu a bolsinha que circulava pela esteira e logo percebeu que a calcinha e o soutien também eram dela. O pior foi contar com a ajuda de uma pessoa que estava do outro lado da esteira e fez voar a calcinha, chamando a atenção de todos. Valeu, Edely, nos divertimos muito. Pena que não registramos.

Ontem não deu para publicar o registro do dia porque ficamos sem internet.

Shanghai 2

Publicado: 15 de julho de 2010 em Sem categoria
 
 

Hoje fomos ver a Expo.Shanghai 2010. Foi o que menos gostei até agora. Muita gente e filas imensas em cada pavilhão. Deve haver muita coisa bonita e interessante, mas precisaríamos de um mês para olharmos com calma. Desistimos depois de ver o Brasil e a Tunísia. Vimos o Brasil porque furamos fila – nosso privilégio por sermos sermos brasileiro e a Tunísia porque ela não existia.
Não sei a opinião do grupo. Para mim, o que está valendo mesmo é a ida para as cidades pequenas. Aquilo, sim, que é China. É o que eu sempre imaginei e desejei ver. Já valeu a viagem. 
Depois da Expo, fomos para o shopping dos eletrônicos. Não peguei o endereço, ms fica junto do Pacific Center Shopping.

Lá, o grupo se dispersou. Com exceção da Regina que tomou um táxi de volta para o hotel, todos foram fazer compras, inclusive eu. Deu tempo até de trocar o que não estava funcionando.

À noite fomos para Xintiadi  Comemos pizza na Pizzaria Marzano e voltamos para o hotel de táxi.

Ponto para eles, táxi aqui é muito barato.

Amanhã iremos para Guilin.